Presidência da República partiu para ignorância como estratégia política

Meedito

Bolsonaro dá sinais que quer surfar na desordem criada por si próprio

A verbalização da sua ignorância em relação ao país (“não tem fome no Brasil”), à cultura e censura (“não gasto dinheiro com filmes como Bruna Surfistinha”), à ciência, estatística e meio-ambiente ( “dados do INPE estão a serviço de alguma ONG”), ao emprego (“acabar com multa do FGTS”) à chancelaria e embaixada brasileira em Washington (“vou indicar Eduardo porque ele fala inglës (sic) e já fritou hambúrguer lá (sic)), à história e a liberdade de imprensa(“Miriam Leitão não foi torturada”), à soberania nacional (navio do Irã) e ao preconceito, deboche, respeito às diferenças e aos entes federativos (esses ‘paraíba” e nada para o Maranhão) trouxeram à tona o verdadeiro ethos de Bolsonaro. Nada que não se sabia. Mas o acinte e a agressividade com que propalou essas bobagens produziu dois efeitos: elevou o tom dos discursos das instituições…

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