O Mito da Agenda das Reformas e o Capitalismo Parasitário de Estado

As reformas engendradas até agora: trabalhista e previdenciária, revelam que essa agenda não é a panaceia dos problemas essenciais da nação brasileira.

A Reforma Previdenciária não retirou os privilégios, não aliviou os cofres públicos, não acabou com o Déficit e não impulsionou a economia. A Reforma Trabalhista não gerou empregos e só precarizou as contratações formais com a retirada de direitos. Os editorialistas e jornalistas envolvidos nessa agenda sofrem de um delírio conveniente, pelo desejo de agradar o patrão, afeto a uma fé cega nas bandeiras dos escritórios de investimentos, de bureaus de créditos e das agências econômicas que atribuem aos direitos assegurados na Constituição de 88 os principais entraves para a felicidade dos investidores.

É mentira que a vinculação orçamentária com a Saúde e Educação impeçam o desenvolvimento e investimentos estratégicos. Construção de infra-estrutura vinculada à expansão da Saúde e da Educação; ou desenvolvimento de tecnologia digitiais vinculadas à melhoria da Saúde e da Educação são políticas públicas que só nasceriam num governo com forte interesse em desenvolvimento nacional, no uso do Estado como condutor e propulsor da economia nacional. À aplicação do caro Tesouro Nacional falta inteligência. Como já foi demonstrado em três anos de governo, planejamento é matéria-prima escassa nos ministérios bolsonaristas, especialmente, na Economia. Com todo respeito e sem querer ofender: Paulo Guedes é bom em esconder sua inteligência limítrofe. A burrice “guediana” pode estar associada a um oportunismo de retirar, particulamente, proveitos do Estado? Pode. São indícios a serem apurados. Mas, choca o fato que esse arrombamento de carteiras de títulos e de operação em offshores não causa espécie entre os ricos. De modo que seguirão com o plano em curso de culpar a Constituição e os respectivos direitos assegurados pelo fracasso do desenvolvimento econômico; A agenda de Reformas trata-se da estratégia de transferir riquezas do Estado e da Nação como oportunidade de negócios aos parasitários capitalistas brasileiros. O que seguirá a todo o vapor, enquanto o intento de transformar o Estado Brasileiro num mero escritório de facilitação e captação de investimentos estrangeiros não for concluído.

Onde estão os verdadeiros nacionalistas? O que também prova que usar uniforma da CBF ou colocar a bandeira do Brasil na janela faz de ninguém um defensor do patrimônio nacional.

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